Entenda porque a quimioterapia faz o cabelo cair


A Quimioterapia tem como alvo todas as células de divisão rápida no organismo.

 
O Cabelo é o segundo mais rápido em divisão celular e esta é a razão para que várias drogas quimoterápicas causem a queda do cabelo. Os folículos capilares em fase de crescimento são atacados, resultando na queda de cabelo em aproximadamente duas semanas após o início do tratamento com quimioterapia.

quimioterapia 

O principio básico da quimioterapia é danificar o processo mitótico e metabólico em células cancerosas. Por este principio, os foliculos capilares são afetados, pois mais de 90% deles estarão na fase de crescimento ativo (anágena).

A quimioterapia induz a apoptose de queratinócitos e a regressão do foliculo capilar, assim como compromete os processos metabólicos e mitóticos na fase anágena dos foliculos capilares, o que resultará na alopecia rápida e extensa.

Você sabia que ouvir música faz bem à saúde?

Você sabia que ouvir música faz bem à saúde?
 
Além de fazer bem à alma, ao coração e a mente, ajuda a manter o cérebro mais ativo.

Promove alegria ou relaxamento e também é capaz de trazer recordações de bons momento.

Estudos sobre o benefício da música:
Diversos estudos, como o da American Music Therapy Association (AMTA, EUA) e o da World Federation of Music Therapy (WFMT, em Gênova, na Itália), mostram que a música traz benefícios para a saúde como um todo, além de influenciar diretamente na vida social das pessoas.

Os pesquisadores revelaram que, de acordo com o ritmo musical que a pessoa escuta e a situação a que ela está submetida, a respiração fica mais ofegante ou tranquila e isso se reflete na pressão sanguínea, que fica mais ou menos forte. Isso previne doenças cardíacas.

Retornando ao trabalho após o câncer

 

retornando ao trabalho após  câncer

Após o fim do tratamento de um câncer, muitos pacientes ficam ansiosos para retornarem ao trabalho.

É uma oportunidade de retomar contato com colegas, se envolver com projetos interessantes, distrair o pensamento da doença e voltar à rotina normal.

No entanto, o momento certo para retornar ao trabalho varia de pessoa para pessoa, dependendo do tipo de câncer que ela teve, o tipo de trabalho que realiza e os efeitos colaterais do tratamento. Confira a seguir algumas dicas para tornar esta transição mais tranquila:
 

 1. Planeje

É importante conversar com seu médico sobre o momento ideal para voltar ao trabalho, pois pode variar de um paciente para outro. Se seu emprego é estressante ou tem uma demanda muito alta de serviços a serem realizados, você pode ter que esperar mais tempo para voltar.
 
Efeitos colaterais do tratamento, como fadiga, também podem atrasar seu retorno. Converse com o departamento de recursos humanos do local de trabalho sobre suas limitações – físicas, emocionais ou mentais – e a possibilidade de horários flexíveis.
 

 2. Converse com seus colegas 

Você não precisa comentar sobre a doença se não se sentir confortável, mas pode ser bom para que seus colegas de trabalho entendam o motivo de sua ausência, mudanças na aparência e possíves limitações.
 
Decida com antecedência o que quer que eles saibam e o que prefere guardar para você e esteja preparado para algumas perguntas.
 
É importante também avisar caso isso afete a dinâmica da equipe (por exemplo, caso você vá trabalhar menos horas por dia e, por isso, outra pessoa tenha que assumir algumas de suas responsabilidades).
 

 3. Dicas Extras

  • Planeje pequenas pausas ao longo do expediente para manter seu nível de energia.
  • Se estiver com dificuldade para se concentrar, use listas, lembretes e alarmes do celular para se lembrar dos afazeres
  • Agende reuniões com seu chefe para avaliar sua transição e fazer as adaptações necessárias, como troca de responsabilidades por um certo período.

Como Lidar com a Fadiga

POST-fadigaA fadiga derivada do câncer é uma sensação persistente de cansaço emocional, físico ou mental. É diferente de exaustão por falta de descanso e não melhora após uma boa noite de sono. A maioria das pessoas em tratamento de câncer sofrem com isso, mesmo após alguns meses.

A fadiga afeta o bem estar do paciente em diversos níveis. Ela pode influenciar as atividades diárias, as relações, o humor, as emoções, a performance no trabalho e até a postura a respeito do tratamento e do futuro.

Por isso, deve ser diagnosticada e tratada assim que possível. Para isso, é preciso identificar sua causa.

Dor: Se estiver relacionada a uma dor, geralmente consequência da doença ou do tratamento, é preciso cuidar da dor. Muitos medicamentos também causam cansaço físico e sonolência,

Então é importante conversar com seu (sua) médico(a) sobre isso para que ele(a) encontre uma solução.

 Depressão, ansiedade ou estresse: O diagnóstico do câncer o o período do tratamento podem provocar essas sensações, que podem acarretar em fadiga.

Tratar desses efeitos costuma fazer uma grande diferença no cansaço dos pacientes.

Sono: Dores, estresse e preocupação podem afetar o sono do paciente e impedí-lo de dormir. Isso também pode ser causado por determinados medicamentos. Dormir por mais horas à noite ou tirar cochilos ao longo do dia podem ajudar a diminuir o cansaço.

Anemia: Redução do número de góbulos vermelhos saudáveis é comum em pacientes com câncer. A condição pode ser agravada com uma dieta carente em ferro. O tratamento pode incluir suplementos, transfusões e uma dieta nutritiva.

Carência de vitaminas e nutrientes: uma alimentação balanceada é essencial para quem está em tratamento de um câncer.
Se necessário, consulte um nutricionista para montar uma dieta que atenda às suas necessidades e limitações.

Procure seu médico caso sinta algum sintoma mencionado acima. 

Tumores cerebrais

 
icon-especialidadesDe todos os tumores malignos no mundo, cerca de 2% correspondem ao câncer do SNC. Em termos de incidência, o câncer do SNC é o 14º tipo mais frequente em homens com o risco estimado de 3,9/100 mil e o 15º entre as mulheres, com o risco estimado de 3,0/100 mil. Apesar de esse tipo de tumor ser relativamente raro, contribui, de forma significativa, para a mortalidade no mundo inteiro.
 
Para o Brasil, no ano de 2016, estimam-se 5.440 casos novos de câncer do Sistema Nervoso Central (SNC) em homens e 4.830 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 5,50 casos novos a cada 100 mil homens e 4,68 para cada 100 mil mulheres 
 
medical_checklist-512Quais são os fatores de risco?
Algumas ocupações são consideradas como possíveis fatores de risco, como trabalhadores do setor de radiologia, da indústria nuclear, de minas subterrâneas, entre outros, por estarem mais expostos às radiações ionizantes. A correlação de radiação gerada por radiofrequência, telefonia móvel e telecomunicação com o câncer permanece inconclusivo. A herança genética também é citada como risco para alguns tipos de câncer do SNC.
 

icon-stethoscope-300x300-2Quais os sintomas mais frequentes?
Convulsão é um dos primeiros sintomas, ela pode se apresentar de diversas maneiras, como desmaio, tremores e espasmos involuntários e perda do controle muscular. Outros sintomas comuns são:
– Dor de Cabeca associada normalmente nauseas e vomitos.
– Alterações visuais, visão dupla ou perda da visão.
– Problemas de memoria ou de pensar claramente.
– Fraqueza nos bracos e nas pernas
– Alteração da personalidade.
É importante lembrar que estes sintomas podem estar frequentemente associados a condições benignas.
 

dentist_iconComo fazer o diagnóstico?
Procure seu médico, ele avaliara a necessidade de realizar exames de imagens.
O melhor exame para visualizar os tumores cerebrais é a ressonância nuclear magnética do crânio. A tomografia computadorizada também pode ser útil, mas tem menor resolução do que a ressonância. É sempre necessário obter tecido da lesão suspeita através de biópsia ou da remoção cirúrgica da lesão.
 
Quais são os tipos de tumores do cérebro?
Gliomas:
Estes tumores começam no cérebro ou medula espinhal e incluem astrocytomas, ependymoma, glioblastomas, oligoastrocytomas e oligodendrogliomas.
Meningiomas:
Um meningioma é um tumor que surge das membranas que cercam seu cérebro e medula espinhal (meninges). A maioria dos meningiomas não são malignos.
Neuromas acústicos (schwannomas):
Estes são tumores benignos que se desenvolvem nos nervos que controlam o equilíbrio ea audição que levam do ouvido interno ao cérebro.
Adenomas pituitários:
Estes são principalmente tumores benignos que se desenvolvem na glândula pituitária na base do cérebro. Estes tumores podem afetar os hormônios pituitários com efeitos em todo o corpo.
PNETs.
Os tumores neuroectodérmicos primitivos (PNETs) são tumores cancerosos raros que começam em células embrionárias (fetais) no cérebro. Eles podem ocorrer em qualquer lugar do cérebro.
Gliomas.
Estes tumores começam no cérebro ou medula espinhal e incluem astrocytomas, ependymoma, glioblastomas, oligoastrocytomas e oligodendrogliomas.
Meningiomas.
Um meningioma é um tumor que surge das membranas que cercam seu cérebro e medula espinhal (meninges). A maioria dos meningiomas não são cancerosos.
Neuromas acústicos (schwannomas).
Estes são tumores benignos que se desenvolvem nos nervos que controlam o equilíbrio ea audição que levam do ouvido interno ao cérebro.
 
Adenomas pituitários.
Estes são principalmente tumores benignos que se desenvolvem na glândula pituitária na base do cérebro. Estes tumores podem afetar os hormônios pituitários com efeitos em todo o corpo.
Meduloblastomas.
Estes são os tumores cerebrais cancerosos mais comuns em crianças. Um meduloblastoma começa na parte inferior da parte posterior do cérebro e tende a se espalhar através do líquido espinhal. Estes tumores são menos comuns nos adultos, mas ocorrem.
PNETs.
Os tumores neuroectodérmicos primitivos (PNETs) são tumores raros que começam em células embrionárias (fetais) no cérebro. Eles podem ocorrer em qualquer lugar do cérebro.
Tumores de células germinativas.
Tumores de células germinativas podem se desenvolver nos testículos ou ovários. Mas às vezes os tumores de células germinativas se deslocam para outras partes do corpo, como o cérebro.
Craniofaringiomas.
Estes raros tumores benignos começam perto da glândula pituitária do cérebro, que secreta hormônios que controlam muitas funções corporais. Como o craniofaringioma cresce lentamente, pode afetar a glândula pituitária e outras estruturas perto do cérebro.
 

medicineTratamento:
O tratamento vai depender do tipo de tumores e se ele é benigno ou maligno e de alto grau (proliferação rápida) ou baixo grau (proliferação lenta).
Cirugia: É o tratamento principal, o cirurgião tentar tirar o máximo de tumor possível, mas nem sempre é possível tirar todo o tumor. O tamanho e a localização podem tornar mais difícil a ressecção. 
Radioterapia: A radioterapia é o metodo de tratamento local, com ação no tumor, uma irradiação é emitida diretamente no tumor para matar as células malignas. Na maioria das vezes o paciente não precisa se internar para receber o tratamento que é aplicado ambulatorialmente.
Quimioterapia: É usada em combinação com a radioterapia para aumentar a morte das celas malignas. A quimioterapia também pode ser usada sozinha após o termino do tratamento da radioterapia ou quando a doença recorre.

Consulta Pública – Tratamento câncer de mama HER2 +

 

PacientesnocontroleCONITEC abre consulta pública sobre inclusão de medicamentos para tratamento do câncer de mama metastático no SUS!!!

O órgão avalia pedidos de inclusão no SUS de uma terapia combinada, composta pelos medicamentos trastuzumabe e pertuzumabe, para controle do câncer de mama metastático HER2+, ampliando assim as possibilidades terapêuticas para essas pacientes.

O uso da Terapia combinada do trastuzumab e pertuzumab em pacientes metastaticas com HER2 positivo leva a um melhor controle da doença e aumento significativo na sobrevida.

INFELIZMENTE O USO DESSAS DROGAS EM PACIENTES COM CANCER DE MAMA METÁSTATICO HER 2+ NAO ESTA DISPONÍVEL NO SUS.

TODAS AS PACIENTES DEVEM TER ACESSO AO TRATAMENTO

 

Participe da Consulta

Se você é paciente de câncer de mama, convive com pacientes ou é profissional de saúde, faça sua contribuição direta às Consultas Públicas no site da CONITEC até 02/05

 

ACESSE O HOTSITE DA CAMPANHA

1) Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 13/2017

Pertuzumabe para o tratamento do câncer de mama HER2 positivo metastático em primeira linha de tratamento associado ao trastuzumabe e docetaxel

👉  LINK DO FORMULARIO DA CONITEC

Essa consulta diz respeito à inclusão dos medicamentos pertuzumabe e trastuzumabe no SUS para pacientes com câncer de mama HER2+ em estágio metastático

2) Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 14/2017

Trastuzumabe para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo metastático em primeira linha de tratamento

👉  LINK DO FORMULARIO DA CONITEC

Essa consulta diz respeito à inclusão do medicamento trastuzumabe (sem o uso de pertuzumabe) no SUS para pacientes com câncer de mama HER2+ em estágio metastático

Saiba mais sobre o tratamento

CONITEC abre consulta pública sobre inclusão de medicamentos para tratamento do câncer de mama metastático no SUS !!

Consulta PublicaHá meses o órgão avaliava pedidos de inclusão no SUS de uma terapia combinada, composta pelos medicamentos trastuzumabe e pertuzumabe, para controle do câncer de mama metastático HER2+, um subtipo mais agressivo do câncer de mama, ampliando assim as possibilidades terapêuticas para essas pacientes. O trastuzumabe mudou a forma como o câncer de mama é tratado no mundo e figura na lista de medicamentos básicos para combater o câncer criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), usada para orientar governos na decisão de oferta de medicamentos para a população. Esse medicamento já é ofertado desde 2012 na rede pública de saúde, mas apenas para pacientes com câncer de mama inicial e localmente avançado, ou seja, pacientes que apresentam metástases (tumores que surgem em outros órgãos distantes da mama) não têm atualmente acesso ao tratamento gratuito no SUS, apesar de terem indicação para uso com resultados expressivos. Já o pertuzumabe é uma terapia desenvolvida especificamente para tratar o câncer em sua fase mais avançada, em combinação com o trastuzumabe, potencializando seus efeitos e ampliando os benefícios às pacientes. Pacientes que dispõem de convênios de saúde têm acesso a ambos os tratamentos no Brasil.

Frente aos pedidos de incorporação da terapia combinada, a CONITEC abriu duas consultas públicas distintas. Uma, com parecer favorável à inclusão, referente apenas ao trastuzumabe, revendo uma postura anterior, uma vez que essa incorporação já foi negada para pacientes com câncer de mama metastática no passado, e outra, com parecer desfavorável, referente à inclusão da terapia combinada, sobre a inclusão dos dois tratamentos. O objetivo das consultas é ouvir pacientes, familiares, amigos, cuidadores, profissionais de saúde, integrantes de ONGs, entre outras pessoas que convivem com o câncer de mama, para que emitam opiniões.

O estudo CLEOPATRA (2013) identificou que a combinação trastuzumabe + pertuzumabe pode proporcionar 56,5 meses de vida a mais a pacientes com câncer de mama metastático. O estudo Estimativa de Mortes Prematuras por Falta de Acesso à Terapia AntiHER2 para Câncer de Mama Avançado no Sistema Público de Saúde Brasileiro, estima que, em 2016, 2008 pessoas foram diagnosticadas com câncer metastático HER2 segundo pesquisa publicada pelo Journal of Global Oncology. Destas, somente 808 mulheres estariam vivas em 2018 caso recebessem apenas a quimioterapia, intervenção padrão do SUS. Porém, 1.408 vidas seriam preservadas se a quimioterapia fosse acrescida do trastuzumabe e 1.576 permaneceriam vivas caso recebessem o padrão ouro: trastuzumabe + e pertuzumabe. Ou seja, 768 mortes prematuras seriam evitadas em dois anos com o uso da terapia combinada.

O estudo Conte-nos, Conheça-nos e Junte-se a Nós (2013), realizado com mulheres com câncer de mama avançado de todo o mundo, constatou que 74% das participantes brasileiras tiveram a saúde emocional negativamente afetada pela doença; ainda, 81% afirmam que a qualidade de vida foi de fato comprometida. Logo, buscar mecanismos que amenizem tais dificuldades e ofereçam chances reais de maior controle da doença, com prognóstico de maior tempo de vida faz parte da bandeira erguida pela FEMAMA em defesa de quem convive com câncer de mama no estágio mais avançado.

A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA), defende a inclusão do medicamento trastuzumabe na rede pública de saúde para câncer de mama metastático como medida mínima e fundamental, de grande impacto para as pacientes. Além disso, defende também a inclusão da associação trastuzumabe e pertuzumabe, visto que essa é a tecnologia mais avançada disponível, capaz de ampliar os efeitos positivos sobre as pacientes e evitar o problema do acesso desigual aos tratamentos e da judicialização da saúde. Há mais de uma década nenhuma terapia é incorporada ao sistema público de saúde para atender às suas necessidades, apesar das importantes descobertas feitas pela medicina. Sem acesso à alternativa terapêutica mais moderna e eficaz via Sistema Único de Saúde essas pacientes são expostas a barreiras burocráticas e judiciais para obter o tratamento, aumentando a judicialização da saúde, desequilibrando os gastos públicos, e provocando intenso desgaste emocional de pacientes que já encontram-se em uma condição fragilizada.

PRAZO-Pink-background-with-watch-petals-500x500As consultas públicas permanecerão abertas apenas durante 20 dias, entre 12 de abril e 02 de maio. O objetivo das consultas é ouvir pacientes, familiares, amigos, cuidadores, profissionais de saúde, integrantes de ONGs, entre outras pessoas que convivem com o câncer de mama, para que emitam sua opinião sobre a oferta dos medicamentos. Para estimular a participação da sociedade e auxiliar nesse processo, a FEMAMA lança a campanha #PacientesNoControle, que reúne informações para facilitar a compreensão sobre os desafios enfrentados por pacientes com câncer de mama metastático e a importância de se ampliar o acesso a tratamentos adequados na rede pública de saúde para essas mulheres. A campanha oferece informações sobre como participar de ambas as consultas públicas e disponibiliza uma pesquisa elaborada pela FEMAMA para que pacientes com câncer de mama metastático respondam sobre o impacto da doença e do tratamento em suas vidas. As respostas, que serão concedidas anonimamente, serão compiladas em um documento único a ser entregue à CONITEC para contribuir com a avaliação para inclusão do tratamento. Essa pesquisa conta com o apoio do Movimento Todos Juntos Contra o Câncer, Instituto Oncoguia e Instituto Lado a Lado.

Fonte: Femama

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Saiba mais sobre o tratamento

 

Participe da Consulta

Se você é paciente de câncer de mama, convive com pacientes ou é profissional de saúde, faça sua contribuição direta às Consultas Públicas no site da CONITEC até 02/05

 

1) Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 13/2017

Pertuzumabe para o tratamento do câncer de mama HER2 positivo metastático em primeira linha de tratamento associado ao trastuzumabe e docetaxel

👉  LINK DO FORMULARIO DA CONITEC

Essa consulta diz respeito à inclusão dos medicamentos pertuzumabe e trastuzumabe no SUS para pacientes com câncer de mama HER2+ em estágio metastático

 

2) Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 14/2017

Trastuzumabe para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo metastático em primeira linha de tratamento

👉  LINK DO FORMULARIO DA CONITEC

Essa consulta diz respeito à inclusão do medicamento trastuzumabe (sem o uso de pertuzumabe) no SUS para pacientes com câncer de mama HER2+ em estágio metastático

Fertilidade

fertilidadeApesar da gravidez, às vezes, ser possível durante o tratamento de câncer, não é prudente engravidar, uma vez que alguns tratamentos podem provocar malformações no feto.
 
Recomenda-se que o paciente use métodos contraceptivos para evitar a gravidez durante o tratamento do câncer e até mesmo algumas semanas ou meses após o término do tratamento.
 
As mulheres podem ter períodos menstruais irregulares ou sem sangramento durante o tratamento, o que não significa que não poderão engravidar.Portanto, o controle de natalidade ainda é necessário. Nos homens, os tratamentos podem reduzir ou danificar os espermatozoides. Mesmo assim, eles muitas vezes voltam a ser férteis após o tratamento.
 
Se você planeja ter filhos, é normal que surja a preocupação sobre como o tratamento afetará sua fertilidade. Converse com seu médico antes do início do tratamento sobre quaisquer questões ou preocupações que você tem sobre sua fertilidade e o tratamento do câncer.
Isto ajudará a tomar decisões que mais sejam benéficas à você.

Casos mais graves de HPV podem não ser identificados pelo Papanicolau, diz estudo

 

ana_extraLeia no Jornal Extra: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/casos-mais-graves-de-hpv-podem-nao-ser-identificados-pelo-papanicolau-diz-estudo-20761361.html#ixzz4Vgq5HhS7

Apesar de essencial para detectar e prevenir uma série de doenças, o exame preventivo feito no ginecologista, o Papanicolau, pode não ser o mais eficiente para identificar casos graves do papilomavírus humano, o HPV, responsável pelo câncer do colo do útero. O estudo “Athena”, feito por pesquisadores americanos, mostra que outro exame, o teste do DNA do HPV, é quase 30% mais sensível para perceber casos de alto risco.

— Muitas vezes, o Papanicolau pode falhar para ver lesões precursoras do câncer, porque ele depende de muitas variáveis: do laboratório, de quem coletou e da qualidade do material em si. Já o teste do DNA do HPV é totalmente automatizado. A coleta é igual à do preventivo — explica a ginecologista Neila Speck, professora do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista de Medicina.

Para a ginecologista Carolina Mocarzel, chefe de clínica do Hospital Federal dos Servidores do Estado, esse teste é indicado como complemento ao Papanicolau para mulheres com mais de 30 anos:

— O preventivo é de rotina e avalia se o material achado tem sinais de infecção. O outro tem que ser feito com indicação, caso a paciente tenha um histórico ou apresente lesões suspeitas.

infochpdpict000034954354O câncer do colo do útero é um dos que mais atinge mulheres no país, mas, com a prevenção correta, ele pode ser curado em 100% dos casos, de acordo com a oncologista Ana Carolina Nobre, do grupo Oncologia D’Or.

— Para virar câncer, ele demora de 10 a 20 anos. Então, tem muito tempo para detectar as lesões e tratar. Nos países desenvolvidos, quase não se vê casos. A recomendação é fazer sempre o preventivo — afirma.

Inca inaugura ambulatório de sexualidade


O Instituto Nacional de Câncer (Inca) inaugurou o primeiro ambulatório de sexualidade do Brasil para pacientes com câncer ginecológico, há uma semana. O espaço, construído dentro do Hospital do Câncer II (HC II), no bairro do Santo Cristo, no Centro do Rio, será dedicado ao atendimento de mulheres que sofrem de câncer de colo do útero, de ovário, de vagina e de vulva.

A equipe do ambulatório é formada por enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e psiquiatras. Eles orientações sobre quais limitações cada mulher terá — de acordo com o tipo de tratamento ao qual cada uma for submetida — e sobre como essas mulheres podem adequar sua prática sexual a essas limitações.

O ambulatório funcionará em uma sala exclusiva no HC II, sempre às quintas-feiras, das 8h às 17h. As pacientes poderão ir às consultas acompanhadas de seus parceiros, familiares ou amigos. Pelo menos por enquanto, o atendimento será feito apenas às mulheres que fazem tratamento contra o câncer no Inca.

Nova tecnologia para dores musculares.

uma nova tecnologia para alívio de dores muscularesApós a comilança nas festas de final de ano, é comum começar o ano correndo atrás do prejuízo para eliminar os quilinhos a mais. No entanto, iniciar qualquer tipo de exercício físico requer o acompanhamento de um profissional especializado, que poderá indicar o melhor treino para cada caso específico.

O presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, Dr. Irimar de Paula Posso, explica que as dores são consequência ao iniciar uma atividade por conta própria. “A dor articular, principalmente, acontece em decorrência do excesso de exercício físico sem supervisão”, diz. A atividade física regular, progressiva e com acompanhamento profissional ajuda a tratar, cuidar e prevenir esse desconforto, além de restabelecer o equilíbrio articular, lubrificar as articulações e fortalecer a musculatura.
Nova tecnologia para dores é apresentada na Expoatleta
Para quem deseja treinar sem sentir dores, uma nova tecnologia para alívio de dores musculares será apresentada na EXPOATLETA, feira onde os atletas que participarão da 92a Corrida Internacional de São Silvestre fazem a retirada de seus kits individuais para a corrida e ainda conferem as novidades do segmento. A feira será realizada de 27 a 30 de dezembro, no Ginásio Mauro Pinheiro, em São Paulo.
Fabricado com nanotecnologia japonesa, o produto acaba de chegar ao mercado brasileiro. Conhecido como Helical, o disco de silicone com nanotubos de carbono é aplicado sobre a pele. Ao entrar em contato com o músculo tensionado, absorve ondas eletromagnéticas, gerando energia térmica e o relaxamento da musculatura. O dispositivo é ideal para pessoas que fazem exercícios físicos regularmente, pois alivia e previne o surgimento de dores musculares, sem prejudicar os treinos. Os tratamentos não farmacológicos são geralmente considerados seguros porque têm efeitos adversos mínimos.
EXPOATLETA 2016 (Feira que antecede a 92a Corrida Internacional de São Silvestre)
Ginásio Mauro Pinheiro – Rua Abílio Soares, 1300
27, 28 e 29 de dezembro das 09h às 19h
30 de dezembro das 09h às 16
Fonte: Dino