Como Funciona o Resfriamento do Couro Cabeludo

O dano que a quimioterapia causa ao folículo capilar pode ser aliviado pelo resfriamento do couro cabeludo..


couro cabeludo
Reduzindo-se alguns graus da sua temperatura imediatamente antes, durante e após a administração da quimioterapia.

Isto, por sua vez, reduz o fluxo sanguíneo aos folículos capilares, o que pode prevenir ou minimizar a queda de cabelo.

O resfriamento causa a vasoconstrição, que demonstrou a redução do fluxo sanguíneo no couro cabeludo em 20-40% do normal resultando em menor entrega de drogas quimioterápicas nos folículos capilares.
celulas
A taxa de difusão da droga através da membrana plasmática é reduzida ao ser resfriada e, assim, menores doses efetivas da droga conseguirão entrar nas células.

A divisão celular é orientada pelo metabolismo, cujo processo é desacelerado pelo resfriamento.
A diminuição da atividade metabólica das células no folículo capilar, também pode causar uma redução na citotoxicidade das drogas quimioterápicas localizadas no couro cabeludo.

Alguns medicamentos de quimioterapia são mais propensos do que outros para causar a perda de cabelo. Pergunte ao seu médico sobre a possibilidade de perda de cabelo antes de iniciar o seu tratamento, então você estará preparado e saberá o que você pode esperar. 

O que é Resfriamento do Couro Cabeludo?

O que é Resfriamento do Couro Cabeludo?



O Resfriamento do couro cabeludo é um tratamento simples que pode prevenir a queda de cabelo causada por certas drogas quimioterápicas.

resfriamento capilar
resfriamento

O uso do resfriamento do couro cabeludo provou ser uma técnica eficaz no combate à queda de cabelo causada
pela quimioterapia e pode resultar no alto nivel de retenção ou na preservação completa do cabelo. 



Para pacientes, isso significa a oportunidade de recuperar algum controle, manter sua privacidade e encorajar atitudes positivas para o tratamento. 

Entenda porque a quimioterapia faz o cabelo cair


A Quimioterapia tem como alvo todas as células de divisão rápida no organismo.

 
O Cabelo é o segundo mais rápido em divisão celular e esta é a razão para que várias drogas quimoterápicas causem a queda do cabelo. Os folículos capilares em fase de crescimento são atacados, resultando na queda de cabelo em aproximadamente duas semanas após o início do tratamento com quimioterapia.

quimioterapia 

O principio básico da quimioterapia é danificar o processo mitótico e metabólico em células cancerosas. Por este principio, os foliculos capilares são afetados, pois mais de 90% deles estarão na fase de crescimento ativo (anágena).

A quimioterapia induz a apoptose de queratinócitos e a regressão do foliculo capilar, assim como compromete os processos metabólicos e mitóticos na fase anágena dos foliculos capilares, o que resultará na alopecia rápida e extensa.

Qual a idade ideal para o homem começar a fazer os exames de rastreamento?

medical_checklist-512Há ainda muita controvérsia referente à idade de inicio do rastreamento do câncer de próstata. Então, qual a idade certa? 

Este assunto deve ser discutido com seu medico e analizado caso a caso. Recomenda-se o rastreamento para homens com idade acima dos 50 anos e expectativa de vida acima de 10-15 anos.

Sugere-se que os homens sejam anualmente através do toque retal e de dosagens sanguíneas de PSA (antígeno prostático específico). Aqueles com história de câncer de próstata na família acometendo parentes de primeiro grau (pai e irmãos) e de homens negros devem inicial essa avaliação aos 40 anos, devido ao maior risco. 

Alimentação durante e após o tratamento

T_0217_eating-healthily_179013608_AAlimentação:
É importante que pacientes com câncer mantenham um peso saudável e tenham uma alimentação nutritiva. No entanto, os efeitos colaterais dos tratamentos podem incluir alterações no apetite e perda ou ganho de peso. Para evitar que isso prejudique a saúde, é preciso seguir algumas recomendações:
 
  • Fique de olho no peso: perda excessiva de peso pode significar que seu corpo não está recebendo os nutrientes e as calorias que precisa para se recuperar da doença e funcionar perfeitamente. Sobrepeso e obesidade também comprometem a saúde e devem ser evitados.
  • Preste atenção aos nutrientes: seu corpo precisa estar o mais saudável possível, então uma alimentação balanceada é essencial e deve incluir proteínas, carboidratos, gorduras, fibras e água. Consulte um nutricionista sobre a eventual necessidade de suplementos.
  • Mantenha-se ativo(a): atividades físicas leves, como caminhadas, são indicadas para evitar perdas musculares e ganho de gordura corporal (mesmo que não alterem o peso).
  • Faça pequenas refeições ao longo de todo o dia, ao invés de poucas refeições grandes. Certifique-se de que está ingerindo as calorias necessárias.
  • Alguns alimentos podem parecer sem sabor ou enjoativos durante esse período, causando sensibilidade no estômago. Converse com um nutricionista sobre as possíveis substituições.
  • Atente-se a alguns detalhes: lave bem as mãos e os alimentos; armazene adequadamente as sobras e os ingredientes; evite alimentos pesados e de difícil digestão.

Você sabia que ouvir música faz bem à saúde?

Você sabia que ouvir música faz bem à saúde?
 
Além de fazer bem à alma, ao coração e a mente, ajuda a manter o cérebro mais ativo.

Promove alegria ou relaxamento e também é capaz de trazer recordações de bons momento.

Estudos sobre o benefício da música:
Diversos estudos, como o da American Music Therapy Association (AMTA, EUA) e o da World Federation of Music Therapy (WFMT, em Gênova, na Itália), mostram que a música traz benefícios para a saúde como um todo, além de influenciar diretamente na vida social das pessoas.

Os pesquisadores revelaram que, de acordo com o ritmo musical que a pessoa escuta e a situação a que ela está submetida, a respiração fica mais ofegante ou tranquila e isso se reflete na pressão sanguínea, que fica mais ou menos forte. Isso previne doenças cardíacas.

Retornando ao trabalho após o câncer

 

retornando ao trabalho após  câncer

Após o fim do tratamento de um câncer, muitos pacientes ficam ansiosos para retornarem ao trabalho.

É uma oportunidade de retomar contato com colegas, se envolver com projetos interessantes, distrair o pensamento da doença e voltar à rotina normal.

No entanto, o momento certo para retornar ao trabalho varia de pessoa para pessoa, dependendo do tipo de câncer que ela teve, o tipo de trabalho que realiza e os efeitos colaterais do tratamento. Confira a seguir algumas dicas para tornar esta transição mais tranquila:
 

 1. Planeje

É importante conversar com seu médico sobre o momento ideal para voltar ao trabalho, pois pode variar de um paciente para outro. Se seu emprego é estressante ou tem uma demanda muito alta de serviços a serem realizados, você pode ter que esperar mais tempo para voltar.
 
Efeitos colaterais do tratamento, como fadiga, também podem atrasar seu retorno. Converse com o departamento de recursos humanos do local de trabalho sobre suas limitações – físicas, emocionais ou mentais – e a possibilidade de horários flexíveis.
 

 2. Converse com seus colegas 

Você não precisa comentar sobre a doença se não se sentir confortável, mas pode ser bom para que seus colegas de trabalho entendam o motivo de sua ausência, mudanças na aparência e possíves limitações.
 
Decida com antecedência o que quer que eles saibam e o que prefere guardar para você e esteja preparado para algumas perguntas.
 
É importante também avisar caso isso afete a dinâmica da equipe (por exemplo, caso você vá trabalhar menos horas por dia e, por isso, outra pessoa tenha que assumir algumas de suas responsabilidades).
 

 3. Dicas Extras

  • Planeje pequenas pausas ao longo do expediente para manter seu nível de energia.
  • Se estiver com dificuldade para se concentrar, use listas, lembretes e alarmes do celular para se lembrar dos afazeres
  • Agende reuniões com seu chefe para avaliar sua transição e fazer as adaptações necessárias, como troca de responsabilidades por um certo período.

O que é hormonioterapia para o câncer de próstata?

bd29f2a3d0603b2f8d7ccd2c4b45ad90Consiste no bloqueio hormonal feito por meio de medicamentos ou cirurgia. Trata-se, provavelmente, do tratamento para o câncer de próstata mais antigo que se tem conhecimento.
Em 1930, três investigadores americanos descobriram que a remoção do testículo causava a eliminação da testosterona do corpo e, por consequência, da doença em si. Isso porque o câncer de próstata e as células benignas da próstata têm como “alimento” principal da testosterona.

Ao “cortar” a testosterona produzida nos testículos, as células tumorais tendem a morrer ou permanecer paralisadas. É nisso que consiste o tratamento hormonioterápico.Hormonioterapia
 

Tal efeito é eficaz em aproximadamente 90% das vezes. Diferentemente da  radioterapia e da cirurgia realizadas no caso de doença localizada, ao eliminar a testosterona do corpo,  o tratamento hormonal tem a capacidade de controlar, mas não de curar a doença.
 
 
Procure seu médico em caso de dúvidas sobre a hormonioterapia!

Como Lidar com a Fadiga

POST-fadigaA fadiga derivada do câncer é uma sensação persistente de cansaço emocional, físico ou mental. É diferente de exaustão por falta de descanso e não melhora após uma boa noite de sono. A maioria das pessoas em tratamento de câncer sofrem com isso, mesmo após alguns meses.

A fadiga afeta o bem estar do paciente em diversos níveis. Ela pode influenciar as atividades diárias, as relações, o humor, as emoções, a performance no trabalho e até a postura a respeito do tratamento e do futuro.

Por isso, deve ser diagnosticada e tratada assim que possível. Para isso, é preciso identificar sua causa.

Dor: Se estiver relacionada a uma dor, geralmente consequência da doença ou do tratamento, é preciso cuidar da dor. Muitos medicamentos também causam cansaço físico e sonolência,

Então é importante conversar com seu (sua) médico(a) sobre isso para que ele(a) encontre uma solução.

 Depressão, ansiedade ou estresse: O diagnóstico do câncer o o período do tratamento podem provocar essas sensações, que podem acarretar em fadiga.

Tratar desses efeitos costuma fazer uma grande diferença no cansaço dos pacientes.

Sono: Dores, estresse e preocupação podem afetar o sono do paciente e impedí-lo de dormir. Isso também pode ser causado por determinados medicamentos. Dormir por mais horas à noite ou tirar cochilos ao longo do dia podem ajudar a diminuir o cansaço.

Anemia: Redução do número de góbulos vermelhos saudáveis é comum em pacientes com câncer. A condição pode ser agravada com uma dieta carente em ferro. O tratamento pode incluir suplementos, transfusões e uma dieta nutritiva.

Carência de vitaminas e nutrientes: uma alimentação balanceada é essencial para quem está em tratamento de um câncer.
Se necessário, consulte um nutricionista para montar uma dieta que atenda às suas necessidades e limitações.

Procure seu médico caso sinta algum sintoma mencionado acima. 

Tumores cerebrais

 
icon-especialidadesDe todos os tumores malignos no mundo, cerca de 2% correspondem ao câncer do SNC. Em termos de incidência, o câncer do SNC é o 14º tipo mais frequente em homens com o risco estimado de 3,9/100 mil e o 15º entre as mulheres, com o risco estimado de 3,0/100 mil. Apesar de esse tipo de tumor ser relativamente raro, contribui, de forma significativa, para a mortalidade no mundo inteiro.
 
Para o Brasil, no ano de 2016, estimam-se 5.440 casos novos de câncer do Sistema Nervoso Central (SNC) em homens e 4.830 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 5,50 casos novos a cada 100 mil homens e 4,68 para cada 100 mil mulheres 
 
medical_checklist-512Quais são os fatores de risco?
Algumas ocupações são consideradas como possíveis fatores de risco, como trabalhadores do setor de radiologia, da indústria nuclear, de minas subterrâneas, entre outros, por estarem mais expostos às radiações ionizantes. A correlação de radiação gerada por radiofrequência, telefonia móvel e telecomunicação com o câncer permanece inconclusivo. A herança genética também é citada como risco para alguns tipos de câncer do SNC.
 

icon-stethoscope-300x300-2Quais os sintomas mais frequentes?
Convulsão é um dos primeiros sintomas, ela pode se apresentar de diversas maneiras, como desmaio, tremores e espasmos involuntários e perda do controle muscular. Outros sintomas comuns são:
– Dor de Cabeca associada normalmente nauseas e vomitos.
– Alterações visuais, visão dupla ou perda da visão.
– Problemas de memoria ou de pensar claramente.
– Fraqueza nos bracos e nas pernas
– Alteração da personalidade.
É importante lembrar que estes sintomas podem estar frequentemente associados a condições benignas.
 

dentist_iconComo fazer o diagnóstico?
Procure seu médico, ele avaliara a necessidade de realizar exames de imagens.
O melhor exame para visualizar os tumores cerebrais é a ressonância nuclear magnética do crânio. A tomografia computadorizada também pode ser útil, mas tem menor resolução do que a ressonância. É sempre necessário obter tecido da lesão suspeita através de biópsia ou da remoção cirúrgica da lesão.
 
Quais são os tipos de tumores do cérebro?
Gliomas:
Estes tumores começam no cérebro ou medula espinhal e incluem astrocytomas, ependymoma, glioblastomas, oligoastrocytomas e oligodendrogliomas.
Meningiomas:
Um meningioma é um tumor que surge das membranas que cercam seu cérebro e medula espinhal (meninges). A maioria dos meningiomas não são malignos.
Neuromas acústicos (schwannomas):
Estes são tumores benignos que se desenvolvem nos nervos que controlam o equilíbrio ea audição que levam do ouvido interno ao cérebro.
Adenomas pituitários:
Estes são principalmente tumores benignos que se desenvolvem na glândula pituitária na base do cérebro. Estes tumores podem afetar os hormônios pituitários com efeitos em todo o corpo.
PNETs.
Os tumores neuroectodérmicos primitivos (PNETs) são tumores cancerosos raros que começam em células embrionárias (fetais) no cérebro. Eles podem ocorrer em qualquer lugar do cérebro.
Gliomas.
Estes tumores começam no cérebro ou medula espinhal e incluem astrocytomas, ependymoma, glioblastomas, oligoastrocytomas e oligodendrogliomas.
Meningiomas.
Um meningioma é um tumor que surge das membranas que cercam seu cérebro e medula espinhal (meninges). A maioria dos meningiomas não são cancerosos.
Neuromas acústicos (schwannomas).
Estes são tumores benignos que se desenvolvem nos nervos que controlam o equilíbrio ea audição que levam do ouvido interno ao cérebro.
 
Adenomas pituitários.
Estes são principalmente tumores benignos que se desenvolvem na glândula pituitária na base do cérebro. Estes tumores podem afetar os hormônios pituitários com efeitos em todo o corpo.
Meduloblastomas.
Estes são os tumores cerebrais cancerosos mais comuns em crianças. Um meduloblastoma começa na parte inferior da parte posterior do cérebro e tende a se espalhar através do líquido espinhal. Estes tumores são menos comuns nos adultos, mas ocorrem.
PNETs.
Os tumores neuroectodérmicos primitivos (PNETs) são tumores raros que começam em células embrionárias (fetais) no cérebro. Eles podem ocorrer em qualquer lugar do cérebro.
Tumores de células germinativas.
Tumores de células germinativas podem se desenvolver nos testículos ou ovários. Mas às vezes os tumores de células germinativas se deslocam para outras partes do corpo, como o cérebro.
Craniofaringiomas.
Estes raros tumores benignos começam perto da glândula pituitária do cérebro, que secreta hormônios que controlam muitas funções corporais. Como o craniofaringioma cresce lentamente, pode afetar a glândula pituitária e outras estruturas perto do cérebro.
 

medicineTratamento:
O tratamento vai depender do tipo de tumores e se ele é benigno ou maligno e de alto grau (proliferação rápida) ou baixo grau (proliferação lenta).
Cirugia: É o tratamento principal, o cirurgião tentar tirar o máximo de tumor possível, mas nem sempre é possível tirar todo o tumor. O tamanho e a localização podem tornar mais difícil a ressecção. 
Radioterapia: A radioterapia é o metodo de tratamento local, com ação no tumor, uma irradiação é emitida diretamente no tumor para matar as células malignas. Na maioria das vezes o paciente não precisa se internar para receber o tratamento que é aplicado ambulatorialmente.
Quimioterapia: É usada em combinação com a radioterapia para aumentar a morte das celas malignas. A quimioterapia também pode ser usada sozinha após o termino do tratamento da radioterapia ou quando a doença recorre.