Consulta Pública – Tratamento câncer de mama HER2 +

 

PacientesnocontroleCONITEC abre consulta pública sobre inclusão de medicamentos para tratamento do câncer de mama metastático no SUS!!!

O órgão avalia pedidos de inclusão no SUS de uma terapia combinada, composta pelos medicamentos trastuzumabe e pertuzumabe, para controle do câncer de mama metastático HER2+, ampliando assim as possibilidades terapêuticas para essas pacientes.

O uso da Terapia combinada do trastuzumab e pertuzumab em pacientes metastaticas com HER2 positivo leva a um melhor controle da doença e aumento significativo na sobrevida.

INFELIZMENTE O USO DESSAS DROGAS EM PACIENTES COM CANCER DE MAMA METÁSTATICO HER 2+ NAO ESTA DISPONÍVEL NO SUS.

TODAS AS PACIENTES DEVEM TER ACESSO AO TRATAMENTO

 

Participe da Consulta

Se você é paciente de câncer de mama, convive com pacientes ou é profissional de saúde, faça sua contribuição direta às Consultas Públicas no site da CONITEC até 02/05

 

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1) Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 13/2017

Pertuzumabe para o tratamento do câncer de mama HER2 positivo metastático em primeira linha de tratamento associado ao trastuzumabe e docetaxel

👉  LINK DO FORMULARIO DA CONITEC

Essa consulta diz respeito à inclusão dos medicamentos pertuzumabe e trastuzumabe no SUS para pacientes com câncer de mama HER2+ em estágio metastático

2) Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 14/2017

Trastuzumabe para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo metastático em primeira linha de tratamento

👉  LINK DO FORMULARIO DA CONITEC

Essa consulta diz respeito à inclusão do medicamento trastuzumabe (sem o uso de pertuzumabe) no SUS para pacientes com câncer de mama HER2+ em estágio metastático

Saiba mais sobre o tratamento

CONITEC abre consulta pública sobre inclusão de medicamentos para tratamento do câncer de mama metastático no SUS !!

Consulta PublicaHá meses o órgão avaliava pedidos de inclusão no SUS de uma terapia combinada, composta pelos medicamentos trastuzumabe e pertuzumabe, para controle do câncer de mama metastático HER2+, um subtipo mais agressivo do câncer de mama, ampliando assim as possibilidades terapêuticas para essas pacientes. O trastuzumabe mudou a forma como o câncer de mama é tratado no mundo e figura na lista de medicamentos básicos para combater o câncer criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), usada para orientar governos na decisão de oferta de medicamentos para a população. Esse medicamento já é ofertado desde 2012 na rede pública de saúde, mas apenas para pacientes com câncer de mama inicial e localmente avançado, ou seja, pacientes que apresentam metástases (tumores que surgem em outros órgãos distantes da mama) não têm atualmente acesso ao tratamento gratuito no SUS, apesar de terem indicação para uso com resultados expressivos. Já o pertuzumabe é uma terapia desenvolvida especificamente para tratar o câncer em sua fase mais avançada, em combinação com o trastuzumabe, potencializando seus efeitos e ampliando os benefícios às pacientes. Pacientes que dispõem de convênios de saúde têm acesso a ambos os tratamentos no Brasil.

Frente aos pedidos de incorporação da terapia combinada, a CONITEC abriu duas consultas públicas distintas. Uma, com parecer favorável à inclusão, referente apenas ao trastuzumabe, revendo uma postura anterior, uma vez que essa incorporação já foi negada para pacientes com câncer de mama metastática no passado, e outra, com parecer desfavorável, referente à inclusão da terapia combinada, sobre a inclusão dos dois tratamentos. O objetivo das consultas é ouvir pacientes, familiares, amigos, cuidadores, profissionais de saúde, integrantes de ONGs, entre outras pessoas que convivem com o câncer de mama, para que emitam opiniões.

O estudo CLEOPATRA (2013) identificou que a combinação trastuzumabe + pertuzumabe pode proporcionar 56,5 meses de vida a mais a pacientes com câncer de mama metastático. O estudo Estimativa de Mortes Prematuras por Falta de Acesso à Terapia AntiHER2 para Câncer de Mama Avançado no Sistema Público de Saúde Brasileiro, estima que, em 2016, 2008 pessoas foram diagnosticadas com câncer metastático HER2 segundo pesquisa publicada pelo Journal of Global Oncology. Destas, somente 808 mulheres estariam vivas em 2018 caso recebessem apenas a quimioterapia, intervenção padrão do SUS. Porém, 1.408 vidas seriam preservadas se a quimioterapia fosse acrescida do trastuzumabe e 1.576 permaneceriam vivas caso recebessem o padrão ouro: trastuzumabe + e pertuzumabe. Ou seja, 768 mortes prematuras seriam evitadas em dois anos com o uso da terapia combinada.

O estudo Conte-nos, Conheça-nos e Junte-se a Nós (2013), realizado com mulheres com câncer de mama avançado de todo o mundo, constatou que 74% das participantes brasileiras tiveram a saúde emocional negativamente afetada pela doença; ainda, 81% afirmam que a qualidade de vida foi de fato comprometida. Logo, buscar mecanismos que amenizem tais dificuldades e ofereçam chances reais de maior controle da doença, com prognóstico de maior tempo de vida faz parte da bandeira erguida pela FEMAMA em defesa de quem convive com câncer de mama no estágio mais avançado.

A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA), defende a inclusão do medicamento trastuzumabe na rede pública de saúde para câncer de mama metastático como medida mínima e fundamental, de grande impacto para as pacientes. Além disso, defende também a inclusão da associação trastuzumabe e pertuzumabe, visto que essa é a tecnologia mais avançada disponível, capaz de ampliar os efeitos positivos sobre as pacientes e evitar o problema do acesso desigual aos tratamentos e da judicialização da saúde. Há mais de uma década nenhuma terapia é incorporada ao sistema público de saúde para atender às suas necessidades, apesar das importantes descobertas feitas pela medicina. Sem acesso à alternativa terapêutica mais moderna e eficaz via Sistema Único de Saúde essas pacientes são expostas a barreiras burocráticas e judiciais para obter o tratamento, aumentando a judicialização da saúde, desequilibrando os gastos públicos, e provocando intenso desgaste emocional de pacientes que já encontram-se em uma condição fragilizada.

PRAZO-Pink-background-with-watch-petals-500x500As consultas públicas permanecerão abertas apenas durante 20 dias, entre 12 de abril e 02 de maio. O objetivo das consultas é ouvir pacientes, familiares, amigos, cuidadores, profissionais de saúde, integrantes de ONGs, entre outras pessoas que convivem com o câncer de mama, para que emitam sua opinião sobre a oferta dos medicamentos. Para estimular a participação da sociedade e auxiliar nesse processo, a FEMAMA lança a campanha #PacientesNoControle, que reúne informações para facilitar a compreensão sobre os desafios enfrentados por pacientes com câncer de mama metastático e a importância de se ampliar o acesso a tratamentos adequados na rede pública de saúde para essas mulheres. A campanha oferece informações sobre como participar de ambas as consultas públicas e disponibiliza uma pesquisa elaborada pela FEMAMA para que pacientes com câncer de mama metastático respondam sobre o impacto da doença e do tratamento em suas vidas. As respostas, que serão concedidas anonimamente, serão compiladas em um documento único a ser entregue à CONITEC para contribuir com a avaliação para inclusão do tratamento. Essa pesquisa conta com o apoio do Movimento Todos Juntos Contra o Câncer, Instituto Oncoguia e Instituto Lado a Lado.

Fonte: Femama

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Se você é paciente de câncer de mama, convive com pacientes ou é profissional de saúde, faça sua contribuição direta às Consultas Públicas no site da CONITEC até 02/05

 

1) Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 13/2017

Pertuzumabe para o tratamento do câncer de mama HER2 positivo metastático em primeira linha de tratamento associado ao trastuzumabe e docetaxel

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Essa consulta diz respeito à inclusão dos medicamentos pertuzumabe e trastuzumabe no SUS para pacientes com câncer de mama HER2+ em estágio metastático

 

2) Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 14/2017

Trastuzumabe para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo metastático em primeira linha de tratamento

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Essa consulta diz respeito à inclusão do medicamento trastuzumabe (sem o uso de pertuzumabe) no SUS para pacientes com câncer de mama HER2+ em estágio metastático

Fertilidade

fertilidadeApesar da gravidez, às vezes, ser possível durante o tratamento de câncer, não é prudente engravidar, uma vez que alguns tratamentos podem provocar malformações no feto.
 
Recomenda-se que o paciente use métodos contraceptivos para evitar a gravidez durante o tratamento do câncer e até mesmo algumas semanas ou meses após o término do tratamento.
 
As mulheres podem ter períodos menstruais irregulares ou sem sangramento durante o tratamento, o que não significa que não poderão engravidar.Portanto, o controle de natalidade ainda é necessário. Nos homens, os tratamentos podem reduzir ou danificar os espermatozoides. Mesmo assim, eles muitas vezes voltam a ser férteis após o tratamento.
 
Se você planeja ter filhos, é normal que surja a preocupação sobre como o tratamento afetará sua fertilidade. Converse com seu médico antes do início do tratamento sobre quaisquer questões ou preocupações que você tem sobre sua fertilidade e o tratamento do câncer.
Isto ajudará a tomar decisões que mais sejam benéficas à você.

Casos mais graves de HPV podem não ser identificados pelo Papanicolau, diz estudo

 

ana_extraLeia no Jornal Extra: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/casos-mais-graves-de-hpv-podem-nao-ser-identificados-pelo-papanicolau-diz-estudo-20761361.html#ixzz4Vgq5HhS7

Apesar de essencial para detectar e prevenir uma série de doenças, o exame preventivo feito no ginecologista, o Papanicolau, pode não ser o mais eficiente para identificar casos graves do papilomavírus humano, o HPV, responsável pelo câncer do colo do útero. O estudo “Athena”, feito por pesquisadores americanos, mostra que outro exame, o teste do DNA do HPV, é quase 30% mais sensível para perceber casos de alto risco.

— Muitas vezes, o Papanicolau pode falhar para ver lesões precursoras do câncer, porque ele depende de muitas variáveis: do laboratório, de quem coletou e da qualidade do material em si. Já o teste do DNA do HPV é totalmente automatizado. A coleta é igual à do preventivo — explica a ginecologista Neila Speck, professora do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista de Medicina.

Para a ginecologista Carolina Mocarzel, chefe de clínica do Hospital Federal dos Servidores do Estado, esse teste é indicado como complemento ao Papanicolau para mulheres com mais de 30 anos:

— O preventivo é de rotina e avalia se o material achado tem sinais de infecção. O outro tem que ser feito com indicação, caso a paciente tenha um histórico ou apresente lesões suspeitas.

infochpdpict000034954354O câncer do colo do útero é um dos que mais atinge mulheres no país, mas, com a prevenção correta, ele pode ser curado em 100% dos casos, de acordo com a oncologista Ana Carolina Nobre, do grupo Oncologia D’Or.

— Para virar câncer, ele demora de 10 a 20 anos. Então, tem muito tempo para detectar as lesões e tratar. Nos países desenvolvidos, quase não se vê casos. A recomendação é fazer sempre o preventivo — afirma.

Inca inaugura ambulatório de sexualidade


O Instituto Nacional de Câncer (Inca) inaugurou o primeiro ambulatório de sexualidade do Brasil para pacientes com câncer ginecológico, há uma semana. O espaço, construído dentro do Hospital do Câncer II (HC II), no bairro do Santo Cristo, no Centro do Rio, será dedicado ao atendimento de mulheres que sofrem de câncer de colo do útero, de ovário, de vagina e de vulva.

A equipe do ambulatório é formada por enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e psiquiatras. Eles orientações sobre quais limitações cada mulher terá — de acordo com o tipo de tratamento ao qual cada uma for submetida — e sobre como essas mulheres podem adequar sua prática sexual a essas limitações.

O ambulatório funcionará em uma sala exclusiva no HC II, sempre às quintas-feiras, das 8h às 17h. As pacientes poderão ir às consultas acompanhadas de seus parceiros, familiares ou amigos. Pelo menos por enquanto, o atendimento será feito apenas às mulheres que fazem tratamento contra o câncer no Inca.

Nova tecnologia para dores musculares.

uma nova tecnologia para alívio de dores muscularesApós a comilança nas festas de final de ano, é comum começar o ano correndo atrás do prejuízo para eliminar os quilinhos a mais. No entanto, iniciar qualquer tipo de exercício físico requer o acompanhamento de um profissional especializado, que poderá indicar o melhor treino para cada caso específico.

O presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, Dr. Irimar de Paula Posso, explica que as dores são consequência ao iniciar uma atividade por conta própria. “A dor articular, principalmente, acontece em decorrência do excesso de exercício físico sem supervisão”, diz. A atividade física regular, progressiva e com acompanhamento profissional ajuda a tratar, cuidar e prevenir esse desconforto, além de restabelecer o equilíbrio articular, lubrificar as articulações e fortalecer a musculatura.
Nova tecnologia para dores é apresentada na Expoatleta
Para quem deseja treinar sem sentir dores, uma nova tecnologia para alívio de dores musculares será apresentada na EXPOATLETA, feira onde os atletas que participarão da 92a Corrida Internacional de São Silvestre fazem a retirada de seus kits individuais para a corrida e ainda conferem as novidades do segmento. A feira será realizada de 27 a 30 de dezembro, no Ginásio Mauro Pinheiro, em São Paulo.
Fabricado com nanotecnologia japonesa, o produto acaba de chegar ao mercado brasileiro. Conhecido como Helical, o disco de silicone com nanotubos de carbono é aplicado sobre a pele. Ao entrar em contato com o músculo tensionado, absorve ondas eletromagnéticas, gerando energia térmica e o relaxamento da musculatura. O dispositivo é ideal para pessoas que fazem exercícios físicos regularmente, pois alivia e previne o surgimento de dores musculares, sem prejudicar os treinos. Os tratamentos não farmacológicos são geralmente considerados seguros porque têm efeitos adversos mínimos.
EXPOATLETA 2016 (Feira que antecede a 92a Corrida Internacional de São Silvestre)
Ginásio Mauro Pinheiro – Rua Abílio Soares, 1300
27, 28 e 29 de dezembro das 09h às 19h
30 de dezembro das 09h às 16
Fonte: Dino

Vasilhas de plástico e câncer, existe alguma relação?

Utilizar vasilhas de plástico para esquentar alimentos no microondas pode aumenta o risco de câncer?

NÃO!! Este mito vem do fato de que vários materiais como madeira, metais, plásticos quando levados a combustão produzem substâncias chamadas dioxinas. As dioxinas podem estar relacionada a doenças na pele, fígado e o câncer.

Não existe Dioxina nas vasilhas de plásticos!  Para que uma vasilha de plástico produza dioxina ela deve ser incinerada!

Nao existe comprovação cientifica que o uso de utensílios de plásticos mesmo no microondas aumentem o risco para o desenvolvimento do cancer.

Perguntas e Respostas:
Todos os alimentos que são esquentados no plástico não são recomendados ou existem exceções?

Nao existe restrição em quanto aos alimentos. Existem alguns plásticos que não são feitos para microondas e estes em altas temperaturas podem liberar substancias como ftalatos. Estudos em animais sugerem que ftalatos podem levar alterações relacionadas a fertilidade. Por isso é importante ficar atento na embalagem e usar apenas utensílios próprios para microondas.

Muitas vasilhas na indústria são vendidas como sendo “fabricada” para ir ao microondas, isso é verdade, a população pode confiar nessas que a propaganda é para esse fim ou melhor evitar?

Para que o utensílio seja vendido com este selo ele deve ser testado. Logo procure comprar marcas que tenham sido avaliadas e aprovadas pelo INMETRO.

O melhor mesmo para se utilizar são utensílios de vidro ou louça, ou mais algum não é recomendado?

Se você está cozinhando com plástico ou usa utensílios de plásticos, a melhor coisa a fazer é seguir as instruções e apenas usar plásticos que são especificamente destinados para cozinhar. Recipientes inertes são os melhores, por exemplo, vidro resistente ao calor, cerâmica, aço inoxidável.

Mitos e Verdades sobre a Mamografia

O Mês de conscientização do câncer de mama está acabando, e você deve ter milhões de desculpas para não fazer a mamografia anual, mas suas razões podem não ser tão boas quanto pensa. Vejamos: Sou muito jovem para fazer o exame. O câncer de mama é o tipo mais comum em mulheres a partir dos 55 anos de idade, mas, também pode acometer mulheres jovens. O rastreamento mamográfico consiste em realizar mamografia anual em mulheres com 40 anos ou mais. A partir dos 70 anos, a frequência dependerá do critério médico. Para mulheres com risco aumentado, a mamografia deve ser anual a partir dos 35 anos de idade. No Brasil, mulheres a partir dos 40 anos de idade, têm amparo na Lei 11664/08 para solicitar que seja feita mamografia de rastreamento, apesar da falta de recomendação formal pelo Ministério da Saúde. Câncer de mama não acometeu nenhum membro de minha família, por isso eu não corro risco. É verdade que se o câncer de mama acomete sua família, você tem maior risco de ter a doença, principalmente se sua mãe ou irmã já tiveram. Mas, a maioria das mulheres que tem câncer de mama  (85%) não tem histórico familiar da doença. Portanto, faça o rastreamento mamográfico de qualquer maneira. A radiação é muito arriscada. A mamografia utiliza raios X para formar a imagem da mama e é utilizada para o rastreamento do câncer de mama. A imagem é obtida com o uso de um feixe de raios X de baixa energia, após a mama ser comprimida entre duas placas. O risco associado à exposição à radiação é mínimo, principalmente quando comparado com o benefício obtido. Eu tenho medo do que pode ser encontrado. Cerca de 80% dos nódulos encontrados nas mamas tendem a ser benignos. A mamografia também não altera nada, apenas mostra com precisão o que já está lá. Se for encontrada alguma alteração na mamografia é importante fazer o diagnóstico e o tratamento, se necessário, para evitar futuras complicações. É um exame muito caro. Não. Toda paciente atendida pelo SUS não paga nada para a realização da mamografia. Todos os convênios e seguros de saúde cobrem o custo do exame. A mamografia dói. A mamografia é um exame muito rápido, pode provocar dor, em algumas mulheres, dependendo da sensibilidade individual, mas é tolerável, e o desconforto provocado pelo exame é breve. O que pode ajudar:
  • Agende seus exames quando suas mamas estiverem menos sensíveis, ou seja, não agende antes da menstruação.
  • Tome um analgésico antes do exame para aliviar a dor.
  • Deixe que a técnica saiba que você pode estar sensível. Ela poderá assim  ser capaz de tornar o exame menos doloroso oferecendo uma experiência positiva.
Eu não tenho nódulos nas mamas tenho que fazer mamografia. Nas mamografias podem encontrar-se pequenos nódulos com tamanho de 1 milímetro, até 3 anos antes de você poder senti-los. Os tumores pequenos, em estágio inicial, são tratáveis e o diagnóstico precoce tem chance de até 95% de cura. Eu sou uma pessoa muito ocupada. Reserve um tempo. Uma mamografia dura entre 15 a 30 minutos, e é parte de seus exames de rotina anuais. Será muito mais demorado se você ficar doente. Meus seios são muito densos. A mamografia pode não ser tão eficaz na detecção de nódulos ou lesões cancerosas em mamas densas, mas também não é inútil. Se sua mamografia não está clara em função das mamas densas, poderá ser feito um segundo exame de imagem, por exemplo, ultrassom ou ressonância magnética. Eu me alimento bem e me exercito regularmente, logo, não corro riscos. Dieta equilibrada e prática de exercícios para manter uma vida saudável podem diminuir o risco de um câncer de mama, mas não o elimina completamente, por conta disso é muito importante a realização da mamografia a partir dos 40 anos. Cuide de sua saúde, cuide de suas mamas! Previna-se! Quanto mais cedo for diagnosticado, maiores serão as chances de cura!   Fonte: Oncoguia

O que é o Cateter de Quimioterapia?

O cateter é um tubo especial que inserido em uma veia e conectado a um reservatório, que fica implantado debaixo da pele. Ele pode ser deixado neste local por muitos meses, e sua utilização facilita o tratamento quimioterápico venoso, pois não é necessário fazer punções repetidas na tentativa de “acertar” uma veia.

Veja o video sobre o cateter de quimioterapia:

Você é fumante Passivo? Conheça os riscos!

Fumante PassivoRespirar fumaça de outras pessoas, também chamado de fumo passivo, pode causar câncer. O fumo passivo pode aumentar o risco de um não-fumante de contrair câncer de pulmão  câncer de laringe (cordas vocais) e faringe (garganta superior).

Todos os anos, o fumo passivo mata milhares de pessoas no mundo por câncer de pulmão, doença cardíaca, acidente vascular cerebral e doença pulmonar Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC).

Quais os riscos do fumo passivo em crianças?

O fumo passivo é particularmente perigoso para as crianças. As crianças expostas ao fumo passivo correm maior risco de infecções respiratórias, asma, meningite bacteriana e morte súbita.

De acordo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o fumo passivo é terceira maior causa de morte evitável no mundo, atingindo cerca de dois bilhões de pessoas no mundo, 700 milhões delas crianças. Aqui no Brasil, 40% dos pequenos sofrem com esse tipo de tabagismo. E não adianta fumar em outro local ou somente quando o asmático estiver ausente: por um tempo a fumaça permanece no ar, e com ela suas 1000 substâncias tóxicas que irritam o pulmão.

Para as crianças, a maioria de exposição à fumaça de segunda mão acontece em casa. Fumo pode se espalhar por toda a casa, mesmo se você abrir as janelas. Quase 85 por cento do fumo do tabaco é invisível e partículas de fumo também pode construir-se sobre superfícies e roupas, embora o impacto deste ainda não está claro. Se você é um fumante, fumar fora pode ajudar a reduzir a exposição do seu filho.

Fumar em carros é ruim para a saúde dos passageiros?

O fumo passivo pode chegar a níveis muito elevados dentro dos carros, porque é um pequeno espaço fechado.

Durante sua viagem, as crianças no banco traseiro serão expostos a níveis médios de fumaça em torno de três vezes o  limite recomendado de poluição do ar. Mas o nível varia de acordo com o quanto você fuma, se você tem todas as janelas totalmente aberta ou ar condicionado ligado. Os níveis de pico pode atingir o máximo de 35 vezes este limite.

O que é o Carcinoma Ductal Infiltrante de Mama

O que e carcinoma ductal infiltranteO Carcinoma Ductal Infiltrante de Mama é o tipo mais comum de câncer de mama invasivo, representando aproximadamente 80% dos casos.

As células ductais cancerosas nascem nos ductos mamários (ductos por onde drena o leite durante a amamentação). Nos carcinomas invasivos as celulas cancerosas atravessam o ducto e invadem o estroma, tecido em volta do ducto. Essas células possuem a capacidade de invadir outros tecidos e crescer tanto localmente quanto de se espalhar pelas veias e vasos linfáticos. E importante lembrar que o carcinoma ductal infiltrante difere do carcinoma situ, o carcinoma in situ não atravessa a barreira do ducto e não tem potencial, por estar contido, de formar metástases.

Diagrama mostrando carcinoma ductal in situ (DCIS)

Os subtipos dos carcinoma ductais são:

• Carcinoma tubular (geralmente menos agressivo); • Carcinoma medular (geralmente afeta mulheres mais jovens, pode estar associado a mutações predisponentes ao câncer); • Carcinoma mucinoso (geralmente acomete mulheres após a menopausa, associado a melhor prognóstico); • Carcinoma papilífero (frequentemente associado a CDIS, geralmente de bom prognóstico); • Carcinoma cribiforme (geralmente de bom prognóstico).
O carcinoma ductal invasivo tem de ser caracterizado quanto à presença e quantidade de receptores hormonais (receptor de estrógeno e progesterona) na superfície das células, além do grau de expressão da proteína Her-2. Esta caracterização é feita pela técnica denominada de imunohistoquímica. Em relação à caracterização da proteína Her-2, pode se fazer necessário teste adicional, denominado de FISH, que consiste em um teste molecular para se ter certeza em relação à expressão de Her-2. A importância do resultado da pesquisa de receptores hormonais e Her-2 está relacionada à possibilidade de se utilizar terapias-alvo.